Nos últimos anos, o futebol sul-americano mostrou algo que vai muito além do esporte: quem controla a produção audiovisual controla o valor do produto. Ao assumir a narrativa, padronizar a linguagem e garantir entregas comerciais, as competições passaram a ser percebidas de outra forma pelo mercado.

O resultado? Um salto impressionante no valor dos direitos de transmissão. Competições como a Libertadores e a Sul-Americana deixaram de ser apenas eventos esportivos e passaram a ser produtos de mídia completos, prontos para marcas, patrocinadores e audiências globais.

Quando a narrativa é bem construída, o audiovisual deixa de ser custo e vira ativo estratégico. Ele organiza a experiência, valoriza marcas, cria identidade e aumenta o apelo comercial, a ponto de atrair anunciantes internacionais que antes nem olhavam para esse mercado.

Essa lógica não vale só para o futebol. Vale para qualquer marca ou negócio que entenda que não basta ter um bom produto: é preciso saber apresentá-lo, conduzir a história e assumir o controle da própria comunicação.

No jogo da atenção, quem domina a narrativa joga em outra divisão.

Curtiu o assunto? A gente aqui na Porto ama esporte e comunicação audiovisual é o nosso negócio né… Bora conversar mais sobre?

Este assunto foi provocado a partir de uma questão levantada pelo professor Flávio Janones, um grande especialista em Marketing Esportivo, que nos provocou sobre a experiência do cliente de produtos esportivos.